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Pé pronado e supinado: saiba mais sobre a sua pisada!


Os movimentos do nosso corpo são fortemente interligados, e no esporte esta relação é ainda maior. Se mudarmos a forma como apoiamos o pé, por exemplo, todas as estruturas que estão acima dele também estarão em uma posição diferente, já que mudamos a base de apoio destas estruturas.

Imagine então o que pode acontecer com os segmentos do corpo se, quando andarmos ou corrermos, pisarmos errado?

Primeiramente, entenda como ocorre a marcha normal: ao darmos um passo, o calcanhar é o primeiro a encostar-se ao solo, e depois ocorre a extensão do tornozelo, até que o pé todo fique apoiado. Quem controla este movimento são os músculos anteriores da perna (como o músculo tibial anterior). O pé toca o solo em supinação, e conforme vai se ajustando ao terreno, faz o movimento de pronação do pé. A fase de médio-apoio, que vai do apoio do pé até a saída do calcanhar do solo, é quando passamos o peso para a frente, e o pé volta para a supinação. Neste momento, o tornozelo fez sua máxima flexão, porém de forma controlada pelos músculos da panturrilha, como o músculo gastrocnêmio. Por fim, vem a propulsão, fase na qual o pé serve de alavanca para empurrar o solo, até que os dedos também saiam do chão e entrem na fase de oscilação ou balanço, quando o pé está totalmente sem apoio.

Agora vamos conhecer algumas alterações comuns na marcha e corrida, as chamadas marchas patológicas:

Alterações na pronação:

Quem tem este tipo de pisada costuma gastar antes a parte de dentro dos sapatos.

Quando o pé permanece mais tempo na posição pronada (não volta a supinar após o médio-apoio), temos uma propulsão menos eficiente, já que o pé pronado é menos estável. É como se estivéssemos caminhando na areia, onde temos uma superfície instável e nosso pé afunda. Desta forma, precisamos fazer muito mais força para andar.

Esta condição é muito comum em pessoas com diminuição da flexibilidade dos músculos da panturrilha, pessoas com antepé varo ou pé plano e pessoas com diferença no comprimento das duas pernas (a mais comprida tende a ficar pronada).

Alterações na supinação:

O pé supinado é menos comum que o pé pronado, mas pode acontecer em pessoas com antepé valgo. O pé que se mantém supinado fica mais susceptível a entorses em inversão, aumentando o risco de supinar ainda mais o pé após esta lesão, criando um ciclo vicioso de supinação excessiva e entorses do tornozelo.

Nestes casos, a área mais desgastada nos tênis é a lateral.

Preste atenção:

Hoje em dia o mercado dos calçados esportivos oferece uma enorme variedade de tênis que prometem corrigir a sua pisada. Porém o teste da pisada deve ser aplicado por fisioterapeutas, ou outro profissional com estudo na área de biomecânica da marcha.

Que tal marcar a sua avaliação? Entre em contato.

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